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Marília de Dirceu

Na primeira parte de Marília de Dirceu somos apresentados à Marília e ao pastor Dirceu, responsável pela voz do poema que descreve todo o seu sentimento pela jovem. Ambos são pastores de ovelhas em uma região não definida pelo autor. Nessa primeira parte, escrita antes da prisão do autor, nota-se uma preocupação intensa em louvar a beleza da amada. Outro objetivo do eu lírico nesse trecho parece ser o de se colocar à altura dela, fato que fica claro pela afirmação de uma posição social nas primeiras liras.Além disso, Dirceu apresenta frequentemente seus planos em relação ao futuro com Marília. O eu lírico deseja uma vida bucólica e serena, com filhos, em um ambiente campestre fortemente marcado pela presença da natureza. Já na segunda parte, elaborada na prisão, local para o qual o autor e o eu-lírico se deslocam, e na terceira, predomina o tom solitário e pessimista. Dirceu repete sua tristeza e saudade de Marília, sem o otimismo e o louvor à natureza presente no trecho inicial. Liras de Marília de Dirceu São relicários de uma paixão que atravessa o tempo , dois séculos depois de sua edição Original o conjunto de poemas de Tomás Antônio Gonzaga ainda mantém lugar de destaque no interesse do Público Leitor.

Procurando Marília de Dirceu? Aqui você encontra tudo sobre este livro de Tomás Antônio Gonzaga, publicado por Editora Garnier em 1 de janeiro de 2019. Nesta página estão a descrição da obra, os detalhes da edição (159 páginas) e os formatos disponíveis para baixar: pdf, epub, txt, djvu. Se você gosta de Fantasia, Horror e Ficção Científica, Fantasia, Paranormal e Urbana, Contemporânea, explore também outros títulos da mesma categoria no Encontrando os melhores livros. Veja ainda as outras obras de Tomás Antônio Gonzaga em nosso catálogo.

Número de páginas:159
Isbn 10:8571751153
Isbn 13:9788571751156
Encadernação:Capa Comum
Colaboradores Marília de Dirceu:Editora Garnier (Compilador)