Este é o terceiro livro de poemas do autor, que trilha um caminho na direção de uma poética do ínfimo, do ignóbil e do rasteiro, amalgamada a uma lógica da inversão e da subversão. O subtítulo de seu primeiro livro, não por acaso, é “metapoesia”, expressão que, em uma perspectiva etimológica, apontaria para algo como “a caminho da poesia” ou “para além da poesia”, indicando o início de seu itinerário poético. Seu segundo livro, com efeito, atende pelo nome de “Poesia Mínima”, consignando não apenas uma poética que se quer menor e modesta, mas igualmente desenvolvida a partir das pequenas coisas da vida. Nesta obra, por conseguinte, o “#poetacanhoto” alvitra uma “linguagem em estado de sedição”, uma “despoética do cerrado”, uma “lírica do gauche” que se configura em uma “quase poesia”. Palavras-chave: poeta canhoto, poesia brasileira, mauro sérgio, cerrado.
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