Prefácio, ao meu ver, vem de fazer o que antes era considerado fácil.
Falar do que vou falar acho que vai ser dificultado, pelo tempo que corre e pelo teu dedo avexado.
Em tempos de “emoji”, expressar em versos também vai ser complicado.
Preferi escrever em palavras e textos, sem “stories” e sem áudio,
De um jeito ousado,
Aquilo que vejo da vida, o que penso e o que acho...
Pretendi expressar nas poesias, as rimas de libra, em tempos de dólar.
Fácil seria mandar um “zap” e inventar uma história, mas escolho a verdade, sem regra na arte, ninguém me controla.
Frágil seria ficar me contendo, mas como um bom nordestino, vou erguer meu lamento.
Grácil cristão sem significado, aqui fala um libriano reconfigurado que acredita num Deus “desendemonizado”.
Antes que a censura venha nos barrar, leia cada página, que o Libriangelo - anjo livre, um lacre vai dar!
Aqui expresso o que acho, da vida e dos machos que pude provar!
Também falo de fé, de rimas-café e da beira do mar...
Por fim, eu te conto de onde vem esse conto que faz a mão se levantar...
Deixando bem claro que não vamos nos calar!
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